quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Jogo da antropofagia - Psicologia

     Estava começando uma história, uma menina legal estudava comigo na universidade, algumas afinidades tipo atração física, como a conversa fácil, também buscas comuns de lazer, música e reflexões, parecia simples era só atirar-se a aventura de viver o maior tempo possível a dois.

     Segunda fase do jogo ”receita de bolo”, os resultados eram medidos pela leitura correta dos livros que infelizmente se traduz em descompromisso com quem estava a sua frente, regras ganhar o pão de cada dia sem qualificar-se.

     Pois é, passado um tempo, já estávamos o que na época chamava-se namorando fiz um carinho nos seus seios sem interromper-me ela imediatamente começou a tremer quase uma crise de pânico, o que vocês podem imaginar resultou em longas conversas, ela me contou que consultou um psiquiatra para entender o que lhe acontecia, era incontrolável, o mesmo lhe receitou pasmem vocês "ter relações com um professor mais velho", pois o problema estava ligado ao modo como ela via e sentia o relacionamento de seus pais.

     Ou seja, não ajudou em nada a moça, e sim aumentou o tamanho do problema, convenhamos a receita estava correta ela precisava superar as adversidades internas com um relacionamento compreensivo, alguém que pudesse com carinho conquistar-lhe a confiança e a conduzir com segurança o relacionamento a dois.

     Ponto para a antropofagia, o cara estava ganhando a vida à custa de outrem, em nenhum momento preocupou-se com a pessoa que estava a sua frente, tinha a receita de bolo nos livros que estudara, e diminuir as possibilidades de que ela pudesse ser feliz, o que de fato fez, estava dentro da sua maneira de ganhar o pão de cada dia, talvez até se candidatasse a ser o charmoso mais velho compreensivo.


     Sem alento, vemos com constância muito superior ao desejável a execução de procedimentos desse tipo em todas as profissões, autômatos na busca dos meios de consumo, resumem a vida nesta luta insana pelo melhor quinhão, independente de quantos seres humanos serão destruídos por seus atos, repito sem alento, pois os indícios apontam para uma maioria crescente se posicionamento nessa direção. 

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