sábado, 30 de maio de 2015

Trilha do Poder - O Conhecimento

      Quando Nietzsche dizia:

     “(...) o protótipo do otimista teórico, a pessoa diferenciada por sua crença na inteligibilidade da natureza das coisas, e assim pela convicção de que conhecimento e entendimento são uma panaceia, e que o erro é o mal último”.

     É a respeito do Homem-Socrático e estava acusando Sócrates de sobrecarregar nossa civilização ao determinar que a finalidade do ser humano fosse o conhecer, também ele Nietzsche, acrescentava o seguinte texto referindo-se à ciência:

     “(...) a ciência, impelida pelas suas próprias poderosas ilusões, avança para os seus limites, limites nos quais o otimismo que está embutido na lógica deve estilhaçar-se”.

     Defende que o conhecimento como formação de crenças confiáveis não possui um fim em si mesmo, apenas está a serviço dos desejos humanos ele nos incita a simplesmente apagar de nossas mente noções tais como “verdade”, “erro”, “aparência” e “realidade”.

     Seguindo nossa trilha:
     Começamos a nos preocupar em avançar, continuamos aperfeiçoando nossa organização, já tinha duas classes os senhores e os servos, já obtivemos o apoio irrestrito aos seus criadores de nossos deuses, agora tratamos de construir um sistema moral e ético que possa transformar o homem comum em nosso aliado, ou seja, construirmos um conjunto de códigos que sejam aceitos pela maioria e assim através das gerações as pessoas poderiam policiar-se a si mesmas e aos outros, para tal apenas necessitávamos criar uma nova entidade os sábios. 

     O próprio saber para nós era um instrumento de poder, e esse com amplas vantagens sobre a opressão física pelo efeito multiplicador, nós poderíamos divulgar esse saber como se fosse um produto pronto e acabado evitando o crescimento do espírito crítico e assim o fizemos, não nos era interessante a transcendência do homem na busca de um espaço novo e sim a adequação do mesmo aos espaços existentes e a sua continuada diminuição como consequência.     

     Começamos a dirigir e estimular esforços para esta ciência que podia trazer as respostas que desejávamos e com vantagens sobre a fé tradicional, pois estruturada sobre o que denominamos verdades provadas e aceitas sempre ao seu tempo, construindo assim um novo mundo diferente do real e que nos engole a todos, o estruturamos para a vitória do médio majoritário sobre o melhor minoritário, projetando um poder capaz de exerce-se independente das pessoas baseado na memória genética que se transmite entre as gerações.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Trilha do Poder - Nossos Deuses

     No intuito de mantermos o poder não poderíamos permanecer expostos à constância de sermos desafiados por iguais, só a força física não era suficiente mesmo considerando termos agregado pessoal para segurança, precisávamos legitimar-nos com algo mais, evitando o excessivo numero de enfrentamentos, lembramo-nos de nossos temores quanto à força da natureza e se essa fosse nossa aliada? Nada como um bom ser superior que apesar de não o vermos percebemos os efeitos de sua atuação, nada como um “Deus” que não poderia ser contestado e cujo temor submeteria os outros a sua vontade que a bem da verdade nós explicitaríamos. 

     Deuses e o mundo que não entendo:
     Nós agora organizados em uma rudimentar estrutura, perplexos com a amplitude de certos fenômenos naturais como os raios e seus incêndios, os temporais e seus trovões, o nascer do dia e da noite, eventos os quais não conseguíamos explicar, sofríamos suas consequências e os temíamos, não demorou muito para associá-los a deuses muito similares a nós mesmos, porém em uma potência infinita, afinidade com estes deuses passou a ser a justificativa para superioridades sobre outrem, politeístas começamos a dominar pela manifestação indireta, via nossa interpretação, da vontade dos nossos diversos deuses.

     Deuses na consolidação do poder:
     Sim a luta tinha sido ganha, era mais uma batalha vencida, agora era preciso garantir o domínio sobre este povo derrotado, assim como nosso povo tinha grande respeito aos nossos deuses o mesmo ocorria em relação aos seus por parte dos vencidos, seria mais fácil dominá-los pela absorção dos seus deuses, somamos aos ganhos de guerra seus deuses passando a usá-los como nossos também, aliados a estes ficou muito mais fácil manter o nosso poder, pois podíamos utilizar o desígnio dos deuses a nosso favor.    
 
     Deuses e unidade na resistência:
     Por outro lado quando derrotados na guerra, sendo submetidos a outros povos diretamente pela força bruta, ou ainda nossa subordinação transferida devido aos nossos próprios dominadores terem sido suplantados por inimigos ainda mais fortes, correndo risco de extinção, criamos um “Deus” único, monoteísta, diferente dos deuses de nossos senhores, para gerarmos uma identidade de povo em torno deste “Deus”, honrar esse “Deus” era mantermos um ideal de resistência e alimentarmos o sonho de um inevitável futuro vitorioso garantido pela superioridade dele.               

     Criando Deuses Criadores:
     Não satisfeitos à medida que íamos descobrindo as causas naturais de muitos fenômenos antes creditados a “Deus”, a questão da existência tornou-se mais forte e para justificá-la precisamos moldar um “Deus” a nossa imagem e semelhança, o qual nos abençoaria legitimando nosso poder.


     A mim o que em particular me soa curioso é que coincidentemente sempre os deuses estão ao lado do poder e a serviço da submissão dos povos.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Trilha do Poder – Organização

     Quem aposta em Darwin fala em seleção natural como mecanismo de evolução das espécies:

     Esses apostadores projetam como motivador para a evolução das espécies a relação predador com sua presa na incessante luta pela sobrevivência dos seres vivos incluso nestes os seres humanos, praticamente reduzem a vida à disputa de um alimento único, ou seja, o mais forte é o mais apto a vencer a luta pela sobrevivência.       

     Já os partidários de Nietzsche falam em vontade de Potência colocando a luta como o diferencial:     
    
     Amparados na frase de Nietzsche, “Não existe vida sem prazer, a luta pelo prazer é a luta pela vida”, refutando assim a ideia central de luta pela sobrevivência de Darwin, que seria uma restrição à vontade de viver, com isso inverte conceitualmente a questão ao dizer que a luta “por dominação” prevalece sobre a “por conservação”, sugere que a falta de inimigos é o melhor caminho para a degeneração incluindo nessa o risco de extinção da espécie, sinalizando inclusive que a civilização, a domesticação do homem, diferente do que se pensa, não é o seu melhoramento.

     Independente de qual desses grandes pensadores nos seduz, eu considero:

     Que primeiro chegou o medo, olhar para o outro e imaginá-lo capaz de repetir meus atos, julgá-lo por mim mesmo que é como se pode julgar, imaginar que até poderiam avançar nas atitudes em relação a mim como, por exemplo, disputar o que agora já considerava minhas posses, as coisas e as pessoas, alguma atitude eu deveria tomar.         

     Que em um segundo instante, pois o medo imobiliza ou provoca a reação, lembrei-me de que já tinha observado insetos tipo formigas ou abelhas, recordo sua organização de como se movimentavam os integrantes daqueles grupamentos, e concluí poderia sim fazer algo neste sentido.

     Passo seguinte foi partir para aplicação da tese e começo a especializar meus servos, uns orientados a cuidar da segurança, outros dedicados aos afazeres domésticos, também encarrego alguns de plantarem, e vi exultante que como entre os insetos observados tudo gira em torno do núcleo onde está a rainha, ali tudo passou a girar em torno de mim.  


     Assim começamos a criar nossas travas, assim começamos a civilizar-nos, assim passamos a trocar nossa liberdade do movimento pela escravidão da posse que nos cobra dedicação exclusiva para mantê-la e se possível aumentá-la, por ela o que mais não somos capazes de fazer, só o tempo o dirá.

terça-feira, 19 de maio de 2015

A Mulher em 1980 por Téchiné

     Dos oito filmes exibidos na Mostra 8X André Téchiné na Cinemateca Capitólio, até o momento apenas consegui assistir dois: Hotel das Américas (Hôtel des Amériques, França, 1981) e O Local do Crime (Le Lieu Du Crime, França, 1986), por feliz coincidência com a linda e talentosa atriz Catherine Deneuve que em ambos protagoniza “A Mulher Liberta”, o que não é comum na maioria dos filmes. Um tipo de heroína capaz de negar o papel recomendado na organização social em que vive, assumindo sua independência frente ao estereótipo de mulher na década de oitenta.

     Na primeira película, a relação complexa de um personagem dividido entre um velho amigo companheiro de várias aventuras e a personagem principal. Como paixão que aparece repentinamente em sua vida, e como tal mudando-a como um todo, nenhum dos três personagens principais tinha um comportamento padrão, era a permanente busca de algo a mais, ora avançando ora retrocedendo, vários jogos de relacionamento são desenvolvidos alternadamente entre os dois amantes, bem como entre os dois amigos, também dos três com os outros personagens, tudo em função de suas experiências anteriores que nos vão revelando o quadro psicológico que explica as dificuldades do viver de cada um que nos são apresentadas durante o desenrolar da trama. Não há espaço para final feliz, apenas para realismo.

     No segundo, o trio principal é formado pela protagonista, seu filho e um criminoso, com o qual não podemos evitar simpatizar, pois procede como se não tivesse escolha, comete os crimes em incidentes ocasionais inclusive no intuito de proteger a dupla mãe e filho. A lucidez do diretor ao mostrar um jovem, no caso o filho com quatorze anos, com todo seu potencial imaginativo em uso permanente, sempre enfrentando a sociedade formal hipócrita com a espada representada por sua verdade interna, percebe-se claramente que esta pureza vem de sua mãe que a demonstra não tendo medo de apaixonar-se pelo “bandido” e o assumindo por perceber nele uma pessoa completamente diferente do rótulo que lhe colaram, enfrentando a tudo e a todos, também nesse filme não temos um final fechado, apenas as personalidades reveladas e a dúvida quanto ao futuro.

     Em ambos os filmes há paisagens muito belas, excelentes planos, bem fotografados, com um enredo que nos mantém focados durante todo o desenrolar. O constante mostrar das diferenças entre a sociedade estabelecida e o comportamento inesperado e autêntico dos personagens, pessoas por inteiro que tomam decisões por conta própria e, melhor ainda, as assumem, enfrentam permanentemente a pressão das formas de comportamento estabelecidas como regras na comunidade, mostrando-se verdadeiras e assumindo as consequências de suas opções para o bem e para o mal.

     As mulheres vividas nos dois filmes como personagem principal por Catherine Deneuve são do tipo com “M” maiúsculo, olham-se de frente e enfrentam o preconceito de cabeça erguida, tomando sempre as decisões por sua conta e risco. Em outras palavras, livres e corajosas vencem seus medos com vidas compatíveis com seus sonhos, assumindo assim cada qual o domínio de si mesma.    .     

domingo, 17 de maio de 2015

Bergman e o Suicídio como Agente Libertador

     Percebo em "Luz do Inverno, dirigido por Ingmar Bergman, talentoso diretor sueco, filme do estudo de nossa última quarta-feira, que por sinal estão muito boas, na semana anterior o grande Fellini e agora o especial Bergman, um centro no suicídio de um dos personagens. A partir desse fato desencadeia um processo de libertação dos outros personagens, a começar pelo principal, o pastor Tomas, o que não é muito usual pelos preconceitos existentes contra essa ação de atentar contra a própria vida.
     Em particular acredito que essa atitude é um direito pessoal, mas consigo entender a carga de preconceito que carregamos sobre esse ato como sociedade, e principalmente como sociedade comprometida com preceitos religiosos, pregando o paraíso pós-vida. Logo, só poderíamos penalizá-lo para evitar que as pessoas busquem antecipar a fuga dos sofrimentos encontrando o paraíso por antecipação via essa ação agressiva contra si, a religião vive de glorificar o sofrimento para garantir a submissão.
     No caso específico desse enredo o potencial suicida, desesperançado com o mundo, apesar de certa prosperidade financeira e de uma família bem organizada, por aconselhamento da mulher parte em busca do pastor para se iluminar pela opção de viver, aí Bergman nos surpreende com um pastor que não tem nenhuma palavra de incentivo à vida e sim faz um discurso empolgado sobre sua própria morte em vida, o resultado é inevitável: a caminho de casa o suicídio é cometido.
     Percebe-se a partir daí a cadeia de reações libertadoras em todos os personagens, iniciando-se pelo próprio pastor que assume sua verdade de vida posicionando-se frente à mulher com quem se relacionava eventualmente com a verdade de seus sentimentos, não gostava dela, continuava apaixonado pela esposa que havia morrido há três anos e não via nem gostaria de incentivar qualquer futuro na relação entre os dois.
     A própria esposa do falecido parece grata com o finalizar dessa vida atormentada pelo repetitivo encontro com um parceiro dividido entre continuar a viver ou morrer, dizendo para o pastor que não necessitava do seu apoio e companhia de orações, precisava mostrar-se forte junto aos filhos iniciando uma nova relação onde os assumiria no papel de pai e mãe principiando este por contar-lhes da morte do pai.
     A amante do pastor também me passou a ideia de se libertar da relação humilhante de esmolar o amor do pastor sentindo-se capaz de acompanhá-lo em suas pregações, sem o constrangimento de implorar o seu gostar e apenas ajudando-o em sua missão pastoral.

     Como em todos os filmes de Ingmar Bergman, há uma fotografia excelente e uma proposta de análise psicológica dos personagens muito rica e fascinante que incentiva nosso pensar, muitos outros ângulos nos mostra essa película em especial, porém preferi contar para vocês o sentimento inicial que me perpassou.

sábado, 16 de maio de 2015

Trilha do Poder - Efeito Exponencial

     Se não separo um tempo para refletir sobre o que me acontece a cada momento, passam imunes por mim pequenas atitudes de manifestação de poder por parte de terceiros, logo perco a oportunidade de conhecê-lo em sua práxis, interpretá-lo em seus movimentos e exercitar a minha resistência, não devo iludir-me com a ideia de um centro de poder que erradicado nos traria a sonhada liberdade, pois o mesmo é disperso na sociedade como um todo, portanto deve ser combatido nas suas menores manifestações, quanto mais recusar submeter-me mais crescerá a comunidade dos resistentes a enfrentar esta verdadeira pirâmide de esmagar o outro que criamos.

     Conto duas pequenas histórias vividas nesta semana em relação as quais dediquei um tempo para visualizar com consciência o jogo de poder, nas quais o fato de dedicar-me a pensá-las me parece por si só um primeiro ato de resistência, sendo o segundo o dedicar-me a lhes contar.  

     Já faz mais de um mês, encontrava-me a fazer o que repito cinco a seis vezes ao dia em frente ao prédio onde trabalho, fumar minha cigarrilha, observar as pessoas e divagar sobre a vida quando repentinamente fui interrompido por uma senhora que me observou: “As plantas não fumam, poderias evitar colocar o resto de sua cigarrilha em um lugar que não fosse o canteiro em volta desta árvore na calçada”.

     Pacientemente expliquei-lhe, que o que estava fumando era fumo de charuto enrolado em folhas de tabaco, ou seja, complemente natural e por isso ou os colocava em uma lixeira orgânica, ou em um lugar onde houvesse terra com plantas para funcionar como adubo.

     Era a proprietária do prédio onde trabalho, e para minha surpresa, nesta semana foi conversar com a pessoa a quem aluga a sala com intuito de impor sua vontade, observem que é um passeio público lugar para o qual não tinha nenhuma delegação de comando, aparentemente não lhe era agradável ver os restos de tabaco em torno da árvore ou simplesmente não lhe agradava ver-me a fumar neste local, sendo meus argumentos razoáveis, preferiu exercer o poder de coação.

     O curioso é a coincidência, neste mesmo dia, percebi que a construtora de um grande prédio de apartamentos vizinho a este, aproveitando algum artifício legal qualquer, simplesmente avançou algo tipo meio metro sobre a calçada, construindo um novo muro para privatizar um local que era de circulação pública, agredindo toda a cidadania com a diminuição do tamanho da área de circulação o que já era por nós um direito adquirido, outro exercício de poder contra todos em favor de alguns.   


     Esse perverso efeito exponencial da necessidade do poder resulta em uma cadeia de seres humanos cumprindo simultaneamente dois papéis, o de submissão em relação a quem internamente classifica de mais forte e o de dominação sobre quem pré-julga como mais fraco, pois já internalizada no homem pela coerção social a desigualdade converge na construção da sociedade injusta que permite a exploração de um ser humano por outro.

terça-feira, 12 de maio de 2015

TI sua Verdade é a Pergunta

      Sabemos bem que, na matemática, se combinarmos dois conjuntos, sendo cada qual de dois elementos, obtêm-se quatro possibilidades, na TI se representamos o primeiro conjunto por {Projeto, Cliente} que combinado com o segundo {Pergunta, Resposta} diferente da matemática só tem uma possibilidade {Projeto. Pergunta - Cliente. Pergunta} as outras são simulacros em que o cliente perde e o projeto perde ou pelo menos um dos dois perde.

     O pior caso {Projeto. Resposta - Cliente. Resposta} enganamo-nos ambos contratados e contratantes, o cliente por buscar um conjunto de ferramentas informáticas que por si só resolva seus problemas, o que é impossível esta apenas pode lhe trazer eficiência no erro, fazer certo as coisas mal pensadas, quanto ao projeto a situação é mais constrangedora, construímos um castelo de areia respondendo a um negócio que apenas existe no imaginário dos projetistas sem possibilidade de aplicação prática nenhuma, logo a soma das duas atitudes só pode acelerar o fracasso de todos os envolvidos.

     Se {Cliente. Resposta} é sinalizado, independente da combinação feita com o projeto, o resultado de fracasso do aplicativo é inevitável, apenas vai aumentar-lhe a velocidade com a qual ele se gera problemas, está automatizando o processo errado e independente da qualidade com que é feito o software sua aderência a uma situação problema não é a solução sonhada, muito antes pelo contrário, é a antecipação da constatação de sua inevitável derrocada.

     Se {Projeto. Resposta} nas duas possibilidades de ação do cliente, o resultado será uma aplicação só utilizável se o cliente redefinir-se como um todo em busca do adaptar-se ao que lhe pensamos e propomos, esta mudança é inviável, pois tiraria o pé de apoio do cliente na base da sua operação que é a confiança no que se propõe como negócio, ele é empurrado para um dos dois caminhos, vai paulatinamente deixando de usar o aplicativo, o mesmo não lhe atende, ou desmantela o negócio por falta de convicção. 


     Não tenho dúvidas a única maneira de dar certo é {Cliente. Pergunta}, que com nosso auxílio ou não, analisa profundamente seus processos desenhando-os com clareza e transparência, medindo-os com indicadores que ofereçam o resultado projetado de sua história futura com base no seu passado e assim detectando todos os empecilhos no presente ao sucesso desejado, sua combinação com {Projeto. Pergunta} que é a nossa parte na solução, representada pelo esforço constante de entender o problema exato vivido pelo cliente para construir a ferramenta apropriada a transformar a dificuldade que este vive em uma solução de eficácia, fazer as coisas certas, que somadas à eficiência, fazer certo as coisas, lhe vai dar os resultados desejados desde sempre.