O mesmo ingrediente é protagonista na receita usada pelo faraó para construir uma pirâmide que garante sua imortalidade do que manipulado pelo magnata moderno na montagem do império monetário, o trabalho escravo de muitos seres humanos.
Os faraós utilizavam seus
exércitos para escravizar e manter milhares de pessoas trabalhando para seus
interesses particulares com a utilização direta da força bruta, o escravo
obedece sob a ameaça de morte do chicote e das armas que os exércitos dos
faraós possuíam.
As mudanças só aconteceram com os
donos do poder, depois dos faraós, os imperadores romanos na continuação os
senhores feudais, em sequência os reis e nos novos tempos os governos modernos,
nesta linha do tempo foram construídos mecanismos de justificativa “moral” via
direito, medicina, religião que apenas escondem quem os garantem no poder dos
seus exércitos.
O foco é sempre o mesmo via violência
determinar o esforço da maioria em favor da minoria, se nos tempos primitivos
era garantido toda a parte nobre do tempo do explorado simplesmente pela força
física hoje sofisticamos os mecanismos via ameaça constante de exclusão social
respaldada por legislação, mecanismos de controle social e polícia.
Desde sempre tivemos uma elite
religiosa, política e militar garantindo a existência dos governos e sua
exploração da maioria da população para acumulação de riquezas nas mãos de
poucos do próprio governo e esta elite que lhe dá sustentabilidade.
Os novos tempos nos trazem uma
pequena mudança neste projeto, os governos suas forças militares e religiosas
passaram a ser assalariados da elite que os sustenta, seu trabalho é garantir
via mecanismos modernos o trabalho escravo da maioria, temos aí uma dúzia de
famílias a coordenar países e povos em um processo de acumulação nunca visto
pela humanidade.
Em síntese não evoluímos, apenas
sofisticamos os mecanismos de termos muitíssimos seres humanos trabalhando para
poucos e como vemos no dia a dia utilizando o mecanismo de sempre o extermínio
de outros seres humanos sempre que ameacem seu poder de acumulação.
O que nos oxigena de esperança é
que hoje a própria natureza se rebelou contra este processo desenfreado de
acumulação consumista inspirando o ser humano a seguir sua rebeldia nem que
seja tão somente para garantir sua sobrevivência como comunidade humana.
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