Hoje
muito mais do que no tempo do saudoso Brizola, incansável lutador contra as
perdas internacionais, os interesses internacionais de uma pequena elite
financeira submetem todos os países, independente de porte, aos seus caprichos.
O processo
de globalização também na economia traz um rastro de intervenções em governos e
povos, sua consequência é o acumulo de capital gerado pelo próprio capital e o empobrecimento
das populações.
Vivemos
neste momento uma investida forte destes interesses no nosso país, não lhes
agrada que tenhamos uma politica externa soberana, não lhes agrada o
crescimento do produto interno bruto nacional e não lhes agrada principalmente
os pequenos avanços na distribuição de renda e combate à pobreza.
Viveremos
sim momentos de muita tensão, ajudados por uma mídia que sempre esteve de
braços dados com estes interesses, cria-se uma visão que inclusive todos os
números positivos obtidos neste 2024 vão conduzir o país ao caos.
Importante
ressaltar que esta profusão de manchetes alarmistas é construída sempre á
partir do achismo, isto é, opiniões sobre o futuro, e movimentos previstos por
quem sempre foi responsável pelas nossas perdas internacionais.
Criar a
crise é interesse de quem defende a acumulação e pequenos aproveitadores
nacionais, como sempre, são executivos remunerados a trabalharem para que a mesma
aconteça, por migalhas do banquete entregam o país.
Vacinar
a opinião publica contra esta onda de falsas notícias, pois são opiniões a
criarem fatos e não analise séria do momento nacional, é uma tarefa difícil, mas
necessária pois temos contra nós investimentos poderosos.
Me sinto
pelo menos obrigado a manifestar isso para minha meia dúzia de leitores, como
compromisso com eles, comigo e com o Brasil, mesmo sabendo de antemão que isso
nada represente contra estas forças poderosas, pelo menos que elas saibam que nós
conhecemos o seu comportamento e nós estamos atentos as consequências do mesmo.
São
tempos difíceis para a prosperidade e a paz mundial, continuamos construindo um
mundo de grandes desigualdades e de profunda injustiça social, porém acreditamos
na vitória final da humanidade.
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