Em construção
permanente de vida, uma coleção bela de memórias que respondem a todos os
nossos sentidos e sentimentos é criada, permitindo guiar nossa decisão conforme
a circunstâncias do momento.
Esta joia
rara tem sempre composição diferente, organizada nas fronteiras do consciente/inconsciente,
em contrapartida aos acasos aos quais somos expostos.
Seu objetivo é claro, cercar em todos os diferentes
aspectos da ação externa, o conjunto de prós/contras que a mesma pode nos causar,
assim podemos conscientes decidir nossas ações na busca da melhor qualidade de
vida.
É tão
mágico, consome tão pouca energia, nos oferece tantas possibilidades de
mantermos um alto nível de felicidade em nossas vidas que nos obriga a sermos
gratos a natureza pela construção maravilhosa que somos.
Temos
tantos sensores atentos ao mundo externo á nós, cada um deles precisa da porção
de memória adequada a tomada de decisão e esta ultima precisa ser coordenada em
uma reposta única do ser como um todo.
Quando
comparamos aos esforços de descobrirmos os caminhos da dita Inteligência
Artificial, percebemos que a mesma está muito longe de ser o que chamamos de inteligência humana.
Os
gastos de energia nas operações de IA são gigantescos, a dificuldade de
definirmos a multifacetada circunstância na pergunta já empobrece a resposta, a
dependência de um enorme repositório de respostas a diferentes possibilidades
de uma mesma ocorrência a torna sempre insuficiente e limitada.
Devemos
investir em IA, por certo sim, mas urge ter uma ética estabelecida para conter
a manipulação desde o armazenamento até a programação das respostas, pois os
repositórios sempre tem donos e estes sempre têm objetivos claros a atingir.
O Uso da
IA na pesquisa cientifica me parece sim muito adequado, pois da velocidade e
amplia as inumeráveis verificações que uma pesquisa necessita, este me parece o
maior retorno que a mesma pode nos dar em apoio a inteligência humana.
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