Atenção,
cuidado, não leve isso como algo ruim, assim como as perguntas são mais
importantes do que as respostas, criar problemas para nós mesmos é apostar na
vida.
Significa
que estamos pensando fora da caixa, estamos inovando, estamos criando, e estar
longe do cercadinho que conduz uma existência estabelecida dentro das regras de
outrem, o que por certo não cria problemas, mas nos escraviza.
O
permanente questionamento dos padrões pré-estabelecidos, nos conduz a tomar
decisões que por sua novidade implica como consequência em uma série de tarefas
que mais do que ocuparem nosso tempo compõe o processo de nossa construção como
seres humanos.
Estamos
em um mundo repleto de receitas de felicidade, mas estas têm dois defeitos
básicos, primeiro nunca saberemos se quem as divulga realmente as vive e é
feliz, mas mais importante é o segundo pois uma receita de felicidade só é
adequada ao individuo que a cria.
Se criar
o problema para nós mesmos já é uma dádiva, construir a solução do mesmo é em essência
o próprio ato de existir e com tal atitude reconstruímos nós mesmos.
Quando
seguimos as regras existentes, estamos sempre nos violentando, apesar de termos
as consequências pré-definidas, não são nossas e nos automatizam.
Não
fomos feitos para competir com robôs e sim para criá-los, ninguém tem o direito
de dizer a cada um de nós como devemos nos movimentar, este é um ato de vontade
própria e não delegável, sob pena de nos desumanizar.
Parece
que o mundo todo sabe como o outro deve se comportar, porém o caos que
percebemos por todos os lados nos mostra que a grande maioria não consegue
fazê-lo.
Nada
contra o relato de experiencia de terceiros, sempre é interessante conhecê-las,
porém existir é sempre um ato de experimentar e por certo devemos agarrar a
todas as oportunidades que nos aparecem para vivenciá-lo.
Não
precisamos de caminhos prontos, pois estes nos conduzem a objetivo de outrem e
não realizam as nossas necessidades pessoais de qualidade de vida.
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