sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Estado Mínimo com Saúde, Educação e Renda Universal.


                A dignidade do ser humano só pode ser atendida com este tripé saúde, educação e renda universal dentro da sociedade capitalista, a garantia universal destes recursos devolveria a cidadania ao ser humano e atenderia aos anseios tanto da direita como da esquerda.

                Partimos do principio que produzimos riqueza suficiente, sempre que bem distribuída, para uma saúde e educação de alta qualidade e a garantia de renda mínima para a população mundial os números da economia global assim o mostram mesmo respeitando o direito a acumular riqueza dos interessados, apenas estaríamos limitando ao excedente pós-satisfação das necessidades básicas do ser humano.

                A movimentação desta renda de muitos geraria prosperidade econômica que os excessos de poupança de poucos retiram do mercado o que viabilizaria o crescimento da agricultura, indústria e serviços como retorno garantido em novas riquezas para a humanidade.

                Eliminaríamos enormes gastos administrativos da gestão de aposentadorias e assistência social que se tornariam desnecessárias e opcionais com os quais já aliviaríamos parte desta conta, sempre respeitando quem com rendimentos adicionais de seu trabalho queira prover-se de planos de previdência complementares.

                Todo o mecanismo de controle do trabalho tornar-se-ia desnecessário, outra enorme despesa a diminuir-se desta conta, diferente do modelo hoje em execução onde a pessoa é obrigada a sujeitar-se a acordos de trabalho para não morrer de fome estas relações seriam estabelecidas entre homens livres.

                Partindo do principio de que o grande gerador da violência é a injusta distribuição da riqueza entre a população planetária o custo de combatê-la diminuiria consideravelmente, veja que estou considerando a droga descriminalizada sendo tratada como questão de saúde publica o que por si só já baixaria os índices de violência existentes.

                Tudo aponta para qualificação do trabalho pelo novo modelo de liberdade nas relações entre os interessados, temos que aceitar que produzimos muito lixo hoje em dia em nome do movimento financeiro que o mesmo gera, vejo esta mudança como o rompimento definitivo desta camisa de força para o crescimento da ciência e tecnologia que é o mercado.

                Hoje podemos manter neste novo modelo uma sociedade de desemprego zero, desnecessário seria este recurso do desemprego para baixar preço da mão de obra, ter uma semana de vinte e quatro horas de trabalho, a automatização já a justifica, mas o modelo de relações trabalhistas não o permite, e aumentaríamos consideravelmente a qualidade do trabalho realizado pela adequação dos diferentes talentos individuais ao mesmo.

                 
                 Todos os esforços devem ser dirigidos para sanar esta gigantesca lacuna de educação e saúde entre alguns e a maioria dos seres humanos e recuperar sua dignidade pelo justo direito a vida.

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