Sim
estão a espreita os generais, esperam encontrar-te na rede para te ter como
combatente suicida, não na tua guerra, mas sim na deles, e como todos os
generais no conforto das suas camas, suas mesas, seus bares se dignam apenas a
comandar.
Porque
precisam ter inimigos? Pelo simples fato de trabalharem o orgulho de si mesmo,
sem guerrear, correm atrás de um combatente que justifique sua covardia pela batalha
e mate ou morra pela satisfação pessoal deles.
Como
não tem coragem de enfrentar seus próprios problemas, escutam atentamente as
redes sociais em busca de alguém que lhe dê, em sua exposição individual, a
oportunidade de realizar seu (pretenso) bom combate.
Encontrado
o combatente, só lhes resta incentivar compulsivamente a definir o inimigo e impulsioná-lo
ao combate suicida, a receita é simples negar-se a ver o outro lado da questão
e apoiar o ódio gratuito em nome da força e da redenção.
Claro
que em nenhum momento vão entrar na luta, seu objetivo é incentivá-la e assim
alimentarem seu ego de (falsos) justiceiros, na prática vão lhe cobrar que
coloque sua vida na batalha deles, em verdade não lhes interessa você e sim as
próprias necessidades.
Como
resultado se não fores as últimas consequências lhe cobrarão o suicídio não
realizado, pois internamente assumem-se como fracassados na empreitada, eles só
perderam a vaidade de sobre você serem influentes, mas não se aceitam como
derrotados e sim tentam repassar para você a derrota.
A quem
sobra a necessidade de reconstruir-se novamente é a você, eles darão sua missão
como cumprida pois nunca viveram o teu momento, eram as necessidades deles que
estavam trabalhando e não as suas.
O
conforto da distância que as redes sociais permitem os eximem de todas as
responsabilidades, e o trabalho de reconstrução é todo seu se a mesma ainda se
mostrar viável.
Esta
irresponsabilidade não pode continuar a gerar vítimas temos que encontrar
mecanismos de proteção para a felicidade dos seres humanos nestes tempos tão
desumanos.
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