domingo, 31 de janeiro de 2021

Campeão em Corrupção, é o Brasil Dominado pelos Medíocres Mesquinhos.

 

                São muitos os telhados de vidro escondendo suas medíocres mesquinhas gangs familiares, aqui na comunidade, no município, no estado, no governo federal, escolha qualquer um dos poderes instituídos, são tantos que a tarefa do momento é esconder as pedras evitando então o efeito dominó que desnudaria com o Brasil como um todo.

 

                Os grandes ladrões podem ser descobertos e combatidos pela maioria da nação, estes grupelhos que se locupletam no dia a dia, vivem não da força de sua organização criminosa, mas do acordo Inter famílias de não agressão e assim minam todo o tecido nacional.

 

                Hoje dominam o voto, mais pelo rabo preso do que pela força política, na corrupta e infindável troca de favores, esquecem-se do povo pela intensa atividade de jogar o jogo de quem consegue a maior fatia dos restos do banquete internacional sustentado as nossas custas.

 

                Sempre soubemos quem esta por traz de tudo isso, os famosos interesses internacionais focados na exploração da nossa mão de obra e de nossa riqueza natural, manterem este colonialismo está diretamente ligado a esta divisão do país em milhares destas gangs familiares que por migalhas trabalham para os mesmos, assim como eram os feitores no tempo da escravidão.

 

                Armar milícias, policias militares, e exercito é também parte importante da estratégia, estas estruturas hierárquicas, paternalistas e violentas encarregam-se de proteger por todos os lados as gangs estabelecidas e manter o país colonizado.

 

                Viramos o país das comodities, onde agregar valor é proibido, viramos o país da mão de obra barata e desprotegida para garantir a acumulação pela insegurança, viramos o país da corrupção miúda, mas expandida ao máximo para garantir sua eternidade, viramos o país da lei do mais forte com extrema violência para manter o controle do seu povo.

 

                O mais assustador é que depois de décadas de luta constante para qualificar a educação, que permitiria enfrentar o colonialismo, nos últimos anos nos dedicamos a destruí-la desacreditando-a e humilhando seus profissionais com condições de trabalho e remuneração completamente incompatíveis com o mérito do seu trabalho, garantindo assim longa vida aos interesses colonialistas internacionais.

 

                Está na hora de desenterrarmos as pedras e começarmos a jogá-las contra os telhados de vidro para então de fato construirmos uma nação.

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