Provocar
o rir, chorar, odiar, amar é o que buscam os sedentos exóticos por click em
todas as atividades hoje exercidas na sociedade, esta manipulação de
sentimentos geram os necessários top 10 para eleger políticos, acumular
dinheiro e em síntese gerar poder.
Estamos
expostos no dia a dia a uma multidão de bizarrices, onde não há a mínima
preocupação com uma verdade pessoal, muito menos com suas consequências, desde
que reserve soma de créditos para objetivos egoísticos de sucesso.
Chega a
ser tediosa a sequência infinita de espaço para manifestações ridículas destinadas
apenas a agrupar seguidores, medimos nosso poder e riqueza pela quantidade de
seguidores e não mais por contribuições a sociedade humana.
Você
pode pensar que eu acredite que isto é apocalíptico, mas lhe garanto que apenas
é o prenuncio da degradação das correntes que hoje nos aprisionam ao efeito
manada, a insatisfação que a inutilidade destes comportamentos gera vão
conduzir a inevitável construção do homem livre.
O
próprio movimento de concentração da acumulação de riqueza na mão de poucos,
que sempre é alimentado pela apropriação de esforço de outrem, deve implodir o sistema
perverso, cuja principal característica é dirigir o trabalho humano na produção
de inutilidade, apenas pelo poder e prazer da submissão.
Na
politica o descrédito é tão grande, que abdicamos de escolher pessoas interessadas
em servir a humanidade, para privilegiar pessoas dedicadas a servir-se da
coletividade, expondo assim nosso íntimo, que se solidariza com estes últimos
por identidade de ideias.
Fora
via sistemas autoritários hierarquizados, patriarcais e violentos, não pertence
a categoria humana viabilizar-se por muito tempo está insensatez e não consigo
acreditar que possam vingar novos impérios romanos nos tempos atuais.
Nem consigo
crer que se possa manter por muito tempo estas estruturas perdulárias que
chamamos de nações, no mundo globalizado e miscigenado nada mais as justificam
e estão condenadas pela caricatura apresentada hoje pelos movimentos de patriotismo,
cada vez mais destinados a escravizar e submeter seu próprio povo.
Hoje as
nações são aparatos repressivos que trabalham incessantemente para os
acumuladores de riqueza, que bem o sabemos são clãs apátridas. A excessiva ganância
levará a implosão do próprio modelo.
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