Minorias conservadoras envolvidas na guerra santa pela liberdade, liberdade descomprometida da igualdade e da fraternidade, defendem um incessante processo de destruição do ser humano e da natureza.
Este é
o modelo a ser combatido nestes tempos de crise indentitária vivida hoje por uma
humanidade atônita, tal combate justifica-se por sua proposta onde o resultado
esperado é o fim da vida no planeta, apostando na lei da sobrevivência dos mais
fortes projetando um final a lá “Mad Max”.
Suas
teses sobre comportamento humano desafiam toda a evolução da humanidade,
reiterando sua vocação preconceituosa, colonialista, paternalista e
discriminatória que os torna um gueto segregacionista de donos da mentira
imposta como verdade.
Lutam
desesperadamente para se diferenciarem do outro, autoproclamando-se como
representantes da divindade, portanto merecedores especiais de benesses que
justificam a desigualdade, julgam-se justiceiros por designação dos deuses, que
nada mais são senão ídolos de barro.
Liberdade
sem igualdade, sem fraternidade, é apenas uma manifestação egoísta, torna seus
defensores predadores do homem e da natureza por seu descompromisso com
qualquer coisa que não sejam as suas próprias vontades.
Por
mais antiga que seja esta luta, com seu ápice público na revolução francesa,
ainda segue sendo alvo da humanidade para o qual todos devemos cerrar fileiras,
só assim conseguiremos obter a vitória definitiva.
Unindo nossas forças, tirando
todos os espaços da tirania, só assim conseguiremos construir o tão sonhado
mundo cooperativo, onde o trabalho de cada serve ao crescimento e independência
de todos.
Continuamos
nosso caminho de homens livres de boa vontade, fraternos crescemos com crescimento
de todos, igualitários oportunizamos a recuperação de perdas involuntários na
busca da tão sonhada sociedade de homens livres.
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