Em todas as
direções vemos amadurecer hoje o tema da sustentabilidade, cada parte do elo
busca uma cadeia de valor universal, cada dia se aceita menos o resultado
dirigido ao feudo estes nada mais são do que desperdício, definitivamente conectados
a todos os seres vivos ou não, nossas atividades em lugar de simples
interseções são sempre e cada vez mais parte do todo, se elas afetam
negativamente a cadeia estão afetando a nós mesmos.
Como indústria
que somos não podemos falhar com o presente, temas como sustentabilidade,
processos ponta a ponta focados no valor adicionado ao cliente fazem parte do
nosso trabalho, temos a obrigação de dizer não ao desperdício dirigindo nossos
códigos para uma cadeia de suprimentos sustentáveis.
Em nossas tarefas
técnicas estão o levantamento adequado da operação da organização e a
construção de instrumentos de facilitação para o seu crescimento, o que não nos
protege de dedicar esforços para resolver problemas presentes apenas no
imaginário das sociedades que nos contratam e assim gastamos tempos inúteis
resolvendo fantasias internas de empresas que já estão mortas, pois elas nada adicionam
de valor à humanidade, o que é alavancar a perda.
A diferença entre o colocar a
tecnologia a serviço do homem e a de servirmos à tecnologia não é tão simples
como imaginamos, vivemos um intenso mecanismo a nos pressionar para a adoção
sob qualquer custo da novidade, de preferência do próximo passo da tecnologia, se
baixamos a cabeça e trabalhamos para ela e se nossos programas não gerarem
menos trabalho e mais prazer ao homem de nada servem.
A sustentabilidade nos exige uma grande
mudança de foco, obriga- nos a pensar nossas soluções como tendo como seu primeiro
cliente a natureza, depois o homem e por último o negócio propriamente dito de
cada organização, não existe sucesso neste último se não somar valor ao ambiente
social, aos seres vivos em geral e a natureza em particular, é uma cadeia de valor
que como todas iniciam no cliente final que em última instância é o cosmo
abiótico.
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