Vitimar-se
como perseguido político é uma enorme desonestidade deste que está presidente
do Brasil, na verdade todos sabemos que nunca foi um político, sempre foi um
chefe mafioso ligado a milícia, especializado em esvaziar cofres públicos, por
isso a inexistência de projetos que não sejam em honra e interesse da parte
podre da polícia militar.
Seu clã
mafioso já tinha umas duas dezenas de integrantes bem postados em cargos legislativos
conduzidos para lá pelas ligações com a milícia, como é de conhecimento público
a milícia funciona como um curral de votos ao estilo do velho coronelismo, pela
força bruta.
Este
pequeno núcleo, economicamente não é tão insignificante assim trata-se da
gestão de 250 mil por posto, com 20 postos estamos falamos em 5 milhões mensais,
parte investido em negócios em parceria com a milícia, parte distribuídos entre
os assessores e parte destinado ao património familiar, é o que nos mostra os
diversos vazamentos de investigações e noticiários da mídia.
Tudo ia
muito bem, construindo seu patrimônio ampliando os espaços públicos onde buscar
dinheiro, mas como todo mundo sabe a tentação de um grande golpe sempre é uma
utopia presente em todas as gangs e quando apareceu a oportunidade a agarraram
com as duas mãos.
Como também
é de conhecimento público o general Eduardo Villas Bôas á partir de 2011 passou
a liberar palestras anuais para os militares do Bolsonaro, se dá para chamar de
palestras um conjunto de chavões metidos a patriotismo, em um movimento de
politização do exército brasileiro.
Por outro lado, o
fundamentalismo religioso decidiu-se por assumir postos na imprensa e na política
nacional com intuito de consolidar suas receitas, na imprensa o dinheiro
resolveu, comprou horas e meios de comunicação disponíveis no mercado, na política
mais fácil ainda é só usar o temor a deus como curral de votos.
Por seu
lado a quadrilha estava bem organizada e coesa, pois tinha quadros na própria família
disponíveis, um filho cuidava bem da parte financeira o Flavio, outro cuidava a
violência o Eduardo e um terceiro com a questão tecnológica/ideológica o Carlos
porque existe um bom dinheiro financiando o obscurantismo fascista.
Sob patrocínio
americano os militares e os fundamentalistas religiosos logo apoiados pelo
empresariado opotunista colocaram no colo de Bolsonaro a possibilidade de dar o
grande passo, o que não foi difícil pela destruição que causaram ao país á
partir de 2015 quando o deixaram a nação aleijada política, econômica e socialmente
em nome de interromper a sequência de governos um pouco mais a esquerda.
Precisamos
estar muito atentos neste momento, não é suficiente colocar os bandidos na
cadeia é necessário reconstruir a nação politicamente, socialmente e
economicamente com os princípios de uma democracia de bem estar social.
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