quinta-feira, 18 de junho de 2020

Não está na Hora de Abrir o Jogo e Escancarar a Verdade?

                Vitimar-se como perseguido político é uma enorme desonestidade deste que está presidente do Brasil, na verdade todos sabemos que nunca foi um político, sempre foi um chefe mafioso ligado a milícia, especializado em esvaziar cofres públicos, por isso a inexistência de projetos que não sejam em honra e interesse da parte podre da polícia militar.

 

                  Seu clã mafioso já tinha umas duas dezenas de integrantes bem postados em cargos legislativos conduzidos para lá pelas ligações com a milícia, como é de conhecimento público a milícia funciona como um curral de votos ao estilo do velho coronelismo, pela força bruta.

 

                Este pequeno núcleo, economicamente não é tão insignificante assim trata-se da gestão de 250 mil por posto, com 20 postos estamos falamos em 5 milhões mensais, parte investido em negócios em parceria com a milícia, parte distribuídos entre os assessores e parte destinado ao património familiar, é o que nos mostra os diversos vazamentos de investigações e noticiários da mídia.

 

                Tudo ia muito bem, construindo seu patrimônio ampliando os espaços públicos onde buscar dinheiro, mas como todo mundo sabe a tentação de um grande golpe sempre é uma utopia presente em todas as gangs e quando apareceu a oportunidade a agarraram com as duas mãos.

 

                Como também é de conhecimento público o general Eduardo Villas Bôas á partir de 2011 passou a liberar palestras anuais para os militares do Bolsonaro, se dá para chamar de palestras um conjunto de chavões metidos a patriotismo, em um movimento de politização do exército brasileiro.

 

                Por outro lado, o fundamentalismo religioso decidiu-se por assumir postos na imprensa e na política nacional com intuito de consolidar suas receitas, na imprensa o dinheiro resolveu, comprou horas e meios de comunicação disponíveis no mercado, na política mais fácil ainda é só usar o temor a deus como curral de votos.

 

                Por seu lado a quadrilha estava bem organizada e coesa, pois tinha quadros na própria família disponíveis, um filho cuidava bem da parte financeira o Flavio, outro cuidava a violência o Eduardo e um terceiro com a questão tecnológica/ideológica o Carlos porque existe um bom dinheiro financiando o obscurantismo fascista.

 

                Sob patrocínio americano os militares e os fundamentalistas religiosos logo apoiados pelo empresariado opotunista colocaram no colo de Bolsonaro a possibilidade de dar o grande passo, o que não foi difícil pela destruição que causaram ao país á partir de 2015 quando o deixaram a nação aleijada política, econômica e socialmente em nome de interromper a sequência de governos um pouco mais a esquerda.

 

                Precisamos estar muito atentos neste momento, não é suficiente colocar os bandidos na cadeia é necessário reconstruir a nação politicamente, socialmente e economicamente com os princípios de uma democracia de bem estar social.    


Nenhum comentário:

Postar um comentário