domingo, 14 de junho de 2020

Inseguros e Fracos Neonazistas Agarram-se em Falsas Verdades.

                O medo de enfrentar seus demônios internos, sua incapacidade de viver o conhecimento de si mesmo, conduz os neofascistas a esbravejar violência contra tudo que é humano assim se penitenciando contra o ódio que tem de si próprios.   

 

                É uma característica fascista a covardia de assumir sua individualidade, protegem-se apoiados no que chamam de tradição que nada mais é do que um conjunto de pratos feitos aos quais se submetem pelo medo de criarem.

 

                Tanto não se assumem que lhes falta coragem de andar de peito aberto, estão sempre em pequenas gangs paramentados de instrumentos que pensam possa lhes dar a força que eles como indivíduos sabem que não tem.

 

                Sua falta de humanidade é tão gritante que necessitam fabricar super-homens aos quais lhes entregam obediência absoluta, libertando-se assim do fardo de serem livres podem funcionar como marionetes imunes a tentação do bem e do mal.

 

                Apoiam-se sempre em conceitos vazios, apenas palavras de ordem de uso universal que dispensam explicação, sua incapacidade de refletir sobre um pensamento olhando sua diversidade os torna refém de dogmas aos quais se submetem.

 

                O espelho os assusta, principalmente a visão do outro que em suas diferenças o incita a ver-se e a entender-se, deste medo nasce a insegurança e a crença cega que deve combater o diferente.

 

                São sim mortos vivos, incapazes de errar ou acertar, obedientes julgam-se destinados a guerrear, isentando-se de culpa ou glória, imolam-se ao sacrifício de uma existência sem finalidade própria destinada apenas ao ódio e a violência ao outro.

 

                Seu desserviço é terrível ao conjunto dos seres humanos, sempre estão a serviço de quem possa acumular posses por exploração do homem pelo homem, gerando com isso mais desigualdade e competição.

 

                É dever nosso combater o fascismo em todas as suas frentes como única maneira de avançarmos para uma sociedade colaborativa, justa e igualitária.   


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