Pois é quando falamos
do moralmente certo ou errado como indivíduo, o modo como cada um se percebe, da
maneira que expõe suas motivações pessoais em suas manifestações públicas à
interioridade que as mesmas desnudam ou nos obrigam a admitir o descaminho da
consciência por forças de manipulação do coletivo ou somos forçados a aceitar
que os novos tempos estejam carregados de um individualismo insano por sua
superficialidade e egocentrismo autodestrutivo, cada qual com seu ódio gratuito
feroz dispensado de razões que não justificam simples e puramente o seu
existir.
Fica dia a dia mais
transparente na ingenuidade e virulência de seus argumentos a legião dos
incapazes de vivenciar, experimentar ou compreender seu mundo interior,
envolvidos que estão na superficialidade de palavras de ordem que colocam foco
não apenas no desmerecimento do outro como também na atitude de agressão tanto
por palavras como por atos assim compensando sua falta de autoestima com este
falso autoelogio que é a diminuição de outrem, jogam no time que vê seu próximo
como concorrente logo alguém a ser vencido.
Prefiro sempre desconfiar
dos acasos em particular da direção majoritária dos ventos da opinião e dos
fenômenos políticos de efeito dominó em blocos de nações de forte sujeição
econômica ao império, respeitadas as diferentes situações de maturidade
política social e econômica as desestabilizações de estruturas de poder e sua renovação
seguem sim uma preparada receita de bolo com objetivos maiores que os interesses
internos do povo desses países.
De qualquer maneira não
podemos esquecer os esforços permanentes de orientação externos voltados a
adequar a educação às necessidades de mão de obra para o dito mercado global,
foco sempre na operação, buscando a formação de operadores para o sistema,
desprestigiando o pensar global que coloque em risco a engenharia de poder hoje
existente, na opinião deles o que o mercado necessita são especialistas de
preferência desconectados das mobilizações em redes globais voltadas à
realização do homem e da humanidade e em particular na desvinculação com a sua
comunidade local.
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