domingo, 12 de maio de 2024

O Criador Escravo da Criatura – Guerras.

 

               Desde que o homem traçou o primeiro traço no chão, montou a primeira divisória, e disse ‘Daqui para cá é meu’, estamos em guerra, onde ninguém ganha, a humanidade perde, mas por traz deste traço há um combate maior contra a natureza e em tal guerra todos percebemos a cada dia o gosto da inevitável derrota.

 

               Esta criatura que geramos em ideias traz um conjunto suficientemente fortes a justificar esta insanidade que são as agressões entre nós mesmos e contra a natureza, e infelizmente de bom grado muitos de nós criadores nos submetemos á criatura sujando nossas mãos de sangue direta ou indiretamente.

 

               É tempo de repensarmos a criatura, quaisquer ideias que defendem a propriedade e com isso o direito de pessoas e nações agredirem outras pessoas e nações, devem ser de imediato combatidas e expurgadas.

 

               Não há verdade fora da convivência pacifica entre os homens entre si e a humanidade com a natureza, tudo que nega isso é uma grande mentira que mata humanos e seres vivos em geral.

 

               Não é justo nem correto, em nome de uma falsa liberdade individual, aceitarmos que este tipo de pensamento prolifere, a análise critica das ideias é um bom combate e deve ser uma luta de toda a humanidade.

 

               As agressões por pessoas, organizações as mais diversas e nações deve ser alvo de uma tolerância zero, buscar libertar o criador da escravidão da criatura deve impulsionar toda a nossa criatividade como seres humanos.

 

               Vamos juntar nossos esforços para evangelizar nossos irmãos humanos na conquista da harmonia entre nós homens e a paz universal, nosso compromisso deve ser em esclarecer os seres humanos da debilidade das ideias que defendem agressões.

 

               Em hipótese nenhuma podemos aceitar nossa impunidade nas milhares de mortes nas disputas Palestinos x Israel e Rússia x Ucrania e muito menos nas ocorridas em desastres climáticos como o atual no Rio Grande do Sul.

 

               Devemos sim assumir a culpa e nos engajarmos na grande batalha de corrigirmo-nos para que um futuro melhor se anuncie.                

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