Desde
que o homem traçou o primeiro traço no chão, montou a primeira divisória, e disse
‘Daqui para cá é meu’, estamos em guerra, onde ninguém ganha, a humanidade
perde, mas por traz deste traço há um combate maior contra a natureza e em tal
guerra todos percebemos a cada dia o gosto da inevitável derrota.
Esta
criatura que geramos em ideias traz um conjunto suficientemente fortes a
justificar esta insanidade que são as agressões entre nós mesmos e contra a natureza,
e infelizmente de bom grado muitos de nós criadores nos submetemos á criatura
sujando nossas mãos de sangue direta ou indiretamente.
É tempo
de repensarmos a criatura, quaisquer ideias que defendem a propriedade e com
isso o direito de pessoas e nações agredirem outras pessoas e nações, devem ser
de imediato combatidas e expurgadas.
Não há
verdade fora da convivência pacifica entre os homens entre si e a humanidade com
a natureza, tudo que nega isso é uma grande mentira que mata humanos e seres
vivos em geral.
Não é
justo nem correto, em nome de uma falsa liberdade individual, aceitarmos que
este tipo de pensamento prolifere, a análise critica das ideias é um bom
combate e deve ser uma luta de toda a humanidade.
As
agressões por pessoas, organizações as mais diversas e nações deve ser alvo de
uma tolerância zero, buscar libertar o criador da escravidão da criatura deve impulsionar
toda a nossa criatividade como seres humanos.
Vamos
juntar nossos esforços para evangelizar nossos irmãos humanos na conquista da
harmonia entre nós homens e a paz universal, nosso compromisso deve ser em
esclarecer os seres humanos da debilidade das ideias que defendem agressões.
Em hipótese
nenhuma podemos aceitar nossa impunidade nas milhares de mortes nas disputas
Palestinos x Israel e Rússia x Ucrania e muito menos nas ocorridas em desastres
climáticos como o atual no Rio Grande do Sul.
Devemos
sim assumir a culpa e nos engajarmos na grande batalha de corrigirmo-nos para que
um futuro melhor se anuncie.
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